Black Dog: os sonhos de Paul Nash

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ISBN:
978-85-66636-69-7

“HAROLD SCHECHTER SOU EU NO ESPELHO”

ILANA CASOY, ESPECIALISTA EM SERIAL KILLERS NO BRASIL

Gênero
Não-Ficção
Páginas
400
Idioma
Português
Formato
14x21cm
Peso
280g
Acabamento
Capa Dura
Corte
Colorido

ENTRE NA MENTE DOS PSICOPATAS -

O que faz gente aparentemente normal começar a matar e não parar mais? O que move – e o que pode deter – assassinos em série como Ed Gein.

SOBRE O AUTOR +

O que faz gente aparentemente normal começar a matar e não parar mais? O que move – e o que pode deter – assassinos em série como Ed Gein, o psicopata americano que inspirou os mais célebres maníacos do cinema, como Norman Bates (Psicose, de Alfred Hitchcok), Leatherface (O Massacre da Serra Elétrica, de Tobe Hooper) e Hannibal Lecter (O Silêncio dos Inocentes, de Jonathan Demme). Como explicar a compulsão por matar e o prazer de causar dor, sem qualquer arrependimento? De onde vem tanta fúria? As respostas estão no livro da editora DarkSide® Books: SERIAL KILLERS: ANATOMIA DO MAL, dossiê definitivo sobre o universo sombrio dos psicopatas mais perversos da história. Escrito por Harold Schechter – que pesquisa o tema há mais de três décadas e já publicou, inclusive, a biografia de Ed Gein, Deviant (1998) -, o livro é referência fundamental a todos os que se interessam pelo universo da investigação e da criminologia. Pontuado por curiosidades macabras, dados científicos e fatos pouco conhecidos sobre a trajetória dos principais criminosos em série dos Estados Unidos, SERIAL KILLERS: ANATOMIA DO MAL abrange desde a criação do termo serial killer no início do Século XX (conforme exibido na série MINDHUNTER, da Netflix) até o fascínio exercido por matadores seriais na cultura pop (cinema, música e literatura). Com clareza, ritmo e muita informação, Harold Schechter traça perfis psicológicos impressionantes de criminosos que desafiaram a polícia, viraram notícia e continuam a nos assombrar nas telas da TV e do cinema. Além de Ed Gein, a galeria de personagens sinistros inclui o cannibal Jeffrey Dahmer, que chegou a matar e devorar uma pessoa por semana no verão de 1991; a ex-prostituta Aillen Wuornos (inspiração para o filme Monster), que, depois de confessar seis assassinatos, pediu para ser condenada à morte para interromper a matança; o assassino Zodíaco (cuja verdadeira identidade é desconhecida até hoje); Charles Manson, o lunático que comandou o assassinato da atriz Sharon Tate em um ritual macabro; e Green River Killer, principal assassino de prostitutas da história, só capturado pela polícia com a ajuda de outro serial killer. Em SERIAL KILLERS: ANATOMIA DO MAL você vai descobrir como eles matam e por que matam. Por prazer, dor, amor ou desespero. Por conta de famílias disfuncionais e infâncias perturbadoras. Em nome do demônio ou para o jantar… Histórias reais, assassinos reais, de uma maneira que você nunca viu, estudados com profundidade, rigor científico e conhecimento psicológico. Um livro fundamental para quem se apaixonou por MINDHUNTER, CSI, Dexter, Criminal Minds e para quem acompanha o canal Discovery Investigation e quer entender o que se passa na mente dos assassinos mais temidos e cruéis de todos os tempos. Sem dúvida, oriundos de um sociedade que precisa repensar urgentemente como cicatrizar essas feridas abertas.

A linha editorial que ama a nona arte.

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Especificações de Produto

SubtítuloA VIDA DO PINTOR SURREALISTA INGLÊS PAUL NASH, SOB O OLHAR DO PREMIADÍSSIMO DAVE MCKEAN
Edição
Publicação2018
AutorMCKEAN, DAVE
ISBN9788594541192
Título DescriçãoA VIDA DO PINTOR SURREALISTA INGLÊS PAUL NASH, SOB O OLHAR DO PREMIADÍSSIMO DAVE MCKEAN
Sobre o AutorDave McKean (1963) é um renomado quadrinista e ilustrador inglês, além de cineasta e músico. Seu trabalho incorpora desenho, pintura, fotografia, colagem digital e escultura. Conhecido por sua colaboração com Neil Gaiman – na série Sandman e em Sinal e Ruído, Mr. Punch e Violent Cases –, Dave McKean assombra o universo dos quadrinhos desde a sua estreia, em 1991, com o premiadíssimo Cages.

Detalhes do Produto

GêneroNão Ficção
Páginas120
IdiomaPortuguês
Formato23,2x30,6
Peso800
AcabamentoCapa Dura
CorteSem pintura

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Book Preview
Conhecido por sua colaboração com Neil Gaiman — na série Sandman e em Sinal e Ruído, Mr. Punch e Violent Cases —, Dave McKean assombra o universo dos quadrinhos desde a sua estreia nos anos 1980. Agora, a DarkSide® Books apresenta a nova graphic novel do legendário multiartista, baseada na vida de Paul Nash, pintor inglês surrealista que combateu na Primeira Guerra Mundial.

BLACK DOG: OS SONHOS DE PAUL NASH aborda, sobretudo, esse período delicado e determinante na vida do pintor, que iria marcar profundamente sua produção artística posterior, e compõe, através das lembranças de Nash e seus companheiros de batalha, um painel multifacetado e tocante sobre como a guerra e situações extremas nos modificam e como lidamos com toda a dor, a perda e o trauma que ela provoca.

Paul Nash alistou-se no Exército britânico aos 25 anos de idade, seis semanas após o início do confronto, e engajou-se primeiro como soldado e mais tarde como oficial artista de guerra. Sobreviveu a muitos dos seus colegas soldados que tombaram nas trincheiras na Bélgica, retornou à sua Inglaterra natal modificado após as terríveis

experiências que encarou, e encontrou um propósito para a morte e a destruição que atravessaram o seu caminho. A guerra forneceu-lhe algo a dizer. E o levou a criar pinturas poderosas, fantásticas, perturbadoras e que conseguem transmitir um vislumbre da loucura que a guerra produz em todos aqueles que participam dela. Uma citação recorrente sobre o artista afrima que “enquanto a grande maioria testemunhava as explosões ao redor, para Nash, as explosões aconteceram dentro dele”.

E são exatamente as pinturas de Paul Nash — ao lado das memórias autobiográficas que o artista deixou — que inspiraram este lançamento da DarkSide® Graphic Novel. BLACK DOG: OS SONHOS DE PAUL NASH se utiliza de diversas técnicas e estilos, e transforma a linguagem e a estética dos sonhos, dos pesadelos e da memória, com todas as suas alterações e confusões próprias deste estado entre a vigília e sono, influenciando e, por vezes, formando a nossa percepção da realidade. Pensada em cada detalhe, esta graphic novel arrebatadora nos concede um pequeno vislumbre da experiência aterrorizante que foi a guerra para Paul Nash.

Além do próprio pintor, o outro único personagem recorrente é o seu cão negro, que o acompanhia, conduz e assombra desde a primeira infância, ainda que alterando a forma e a função a cada momento de sua vida. O cão negro personifica há muito tempo a depressão e o presságio da morte na mitologia e na ficção, simbolismo que aqui tem a função de um fio condutor que nos leva pela loucura e os devaneios de Nash, ajudando a consolidar a ideia de que os acontecimentos e a realidade são muito mais as impressões que ficam com a gente do que qualquer outra coisa.

“Quando me deparo com a obra de Paul Nash, sempre me sinto como se estivesse assistindo a um sonho. É como se estivéssemos olhando para o mundo real através do filtro de sua imaginação. Tantas e tantas pessoas afastam e escondem suas experiências de guerra e não querem falar a respeito – mas artistas como Nash conseguem transmitir suas impressões das pessoas e do panorama e refletir sobre a psicologia daquela experiência”, declarou Dave McKean ao jornal britânico The Guardian. “Em suas notas autobiográficas, ele começa a falar sobre os sonhos praticamente no primeiro parágrafo. Recorda-se de um cão negro que aparecia constantemente neles. Abordar a sua trajetória através dos sonhos foi a maneira perfeita, uma resposta imaginativa para uma vida e obra bastante reais.”

A mãe de Nash sofreu de demência e foi por fim internada; aquilo o asfixiou, de certa maneira. O cão negro acabou por significar várias coisas: as nuvens da guerra se aproximando, um guia, um alerta. “Meu pai morreu quando eu era muito jovem, e desde então sempre tive uma sensação da morte me rodeando. Não é algo físico – não acredito na vida após a morte, em anjos e nada dessa tolice. É apenas uma pequeno zumbido na mente, uma voz insistente com a qual você convive o tempo inteiro”, afirma McKean. “Olhando para o mundo agora, vendo as pessoas saindo da Síria, o modo como lidamos com a guerra não muda nunca. Essas cicatrizes psicológicas profundas estão presentes, e a capacidade das pessoas para superar isso de algum modo – de maneira criativa ou seja como eles conseguem lidar com isso — é tão importante agora como foi há cem anos. E não creio que a natureza dessas cicatrizes mudem.”

BLACK DOG: OS SONHOS DE PAUL NASH surgiu de um convite da 14-18 NOW Foundation, do Imperial War Museum, e dos festivais Lakes International Comic Art Festival e On a Marché Sur la Bulle, dentro das reflexões sobre o centenário da Primeira Guerra Mundial. McKean transformou ainda a HQ em uma série de projeções para ser exibida durante uma performance orquestrada, igualmente escrita e apresentada por ele, que também é músico e cineasta.

De forma sombria e arrebatadora, McKean transforma em imagens extremamente belas e poderosas as emoções registradas por Paul Nash sobre o conflito e o que resta àqueles que sobrevivem. Ninguém sai impune desta obra-prima.

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