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Frankenstein

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ANO DE PUBLICAÇÃO:
ISBN:
978-85-66636-69-7

“HAROLD SCHECHTER SOU EU NO ESPELHO”

ILANA CASOY, ESPECIALISTA EM SERIAL KILLERS NO BRASIL

Gênero
Não-Ficção
Páginas
400
Idioma
Português
Formato
14x21cm
Peso
280g
Acabamento
Capa Dura
Corte
Colorido

ENTRE NA MENTE DOS PSICOPATAS -

O que faz gente aparentemente normal começar a matar e não parar mais? O que move – e o que pode deter – assassinos em série como Ed Gein.

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Especificações de Produto

SubtítuloO CLÁSSICO ESTÁ VIVO!
Edição
Publicação2017
TradutorMárcia Xavier de Brito
AutorMARY SHELLEY
ISBN9788594540188
Frase de ImpactoFrankenstein tornou-se a minha Bíblia, pois Mary Shelley escreveu, no ápice de sua juventude, a pura essência do isolamento que se tem na infância.
Autor FraseGUILLERMO DEL TORO
Título DescriçãoO CLÁSSICO ESTÁ VIVO!
Sobre o AutorMary Shelley nasceu em Somers Town, em Londres, no dia 30 de agosto de 1797. Tinha apenas 19 anos quando começou a escrever Frankenstein, marco do terror e da ficção científica. Empoderada desde o berço, Shelley era filha de ninguém menos que Mary Wollstonecraft, autora do primeiro tratado feminista da história — A Reivindicação dos Direitos da Mulher (1792) —, e do filósofo William Godwin.

Mary Shelley estudou filosofia e ciências, além de ser defensora do amor livre — 150 anos antes de Woodstock. Além de Frankenstein, escreveu romances como Mathilda (1820), O Último Homem (1826) e Lodore (1835), e editou parte da obra do marido, o poeta Percy Shelley.

Em 1816, Mary Shelley e seu marido passam um feriado em Genebra, na Suíça. Hospederam-se no mesmo hotel em que estava o poeta inglês Lorde Byron. Após discutirem sobre teorias a respeito do sobrenatural veio a ideia de uma competição entre eles para ver quem escreveria a melhor história de terror.Mary começou a escrever com apenas 19 anos o livro que chamou de Frankenstein ou o Prometeu Moderno, lançada anonimamente em 1818 — e publicada em 2017 pela DarkSide® Books. Mary Shelley faleceu em Chester Square, Londres, no dia 1 de fevereiro de 1851, vítima de um tumor cerebral.

Detalhes do Produto

GêneroFicção
Páginas304
IdiomaPortuguês
Formato16x23
Peso520
AcabamentoCapa Dura
CorteSem pintura

Review 1

Review Descrição 1Frankenstein é a raiz principal da ficção científica tal como a conhecemos hoje.
Review Autor 1STEPHEN KING

Review 2

Review Descrição 2E agora, mais uma vez, desejo à minha hedionda criatura que viva e seja feliz.
Review Autor 2MARY SHELLEY

Vídeo e BookPreview

Vídeo
Book Preview
O CLÁSSICO ESTÁ VIVO!
No aniversário de duzentos anos de sua criação, FRANKENSTEIN volta a caminhar entre nós, numa edição monstruosa como só a DarkSide® Books poderia lançar. A obra-prima de Mary Shelley merece. Seu livro de estreia é um marco do romance gótico, verdadeiro ícone do terror e influência fundamental para o surgimento da ficção científica. A criatura de Frankenstein é considerada o primeiro mito dos tempos modernos.

Para compor sua bem-sucedida experiência literária, Shelley costurou influências diversas, que vão do livro do Gênesis a Paraíso Perdido, da Grécia Antiga ao Iluminismo. O resultado é uma daquelas histórias eternas, maiores do que a vida. Leitura obrigatória em países de língua inglesa, FRANKENSTEIN é muitas décadas anterior à obra de Poe, Bram Stoker ou H.G. Wells, e vem sendo publicado ininterruptamente desde 1818. Pouco menos de dois anos antes, a criatura nascia numa noite de tempestade à beira do lago Genebra.

No verão de 1816, Mary e um grupo de escritores ingleses — seu marido, Percy Shelly, o poeta Lord Byron e John William Polidori — dividiam uma casa na villa Diodatti, na Suíça. Entusiasmados pela leitura de uma edição francesa de Fantasmagoriana — coletânea de histórias sobre aparições, espectros, sonhos e fantasmas —, os quatro aceitaram o desafio de escrever um conto de terror cada. Mary concebeu a origem de FRANKENSTEIN. E curiosamente, Polidori escreveu o que viria a ser O Vampiro, romance que serviria de inspiração para Drácula, de Bram Stoker.

A história de Victor Frankenstein seria reinterpretada incontáveis vezes. Ainda no século XIX, era levada com sucesso ao teatro. A primeira aparição no cinema data de 1910, mas foi em 1931 que Boris Karloff deu um rosto definitivo à criatura no imaginário popular. O livro de Shelley, assim como o filme de Karloff, serviria de inspiração para a imaginação de artistas como Tim Burton, Clive Barker, Wes Craven, Mel Brooks, Alice Cooper, Roger Corman. As referências estão em todas as partes: nos monstros da Universal Studios e da Hammer Films, na comédia musical de horror The Rocky Horror Picture Show, em filmes como Reanimator, inspirado no conto de H.P. Lovecraft, em álbuns como Yellow Submarine, no universo das HQs da Marvel e da DC Comics, em games como Castlevania, e em séries e desenhos clássicos como A Família Addams e Scooby-Doo.

A lista é interminável. São tantas versões que é quase impossível não estar familiarizado com a história: Victor é um cientista que dedica a juventude e a saúde para descobrir como reanimar tecidos mortos e gerar vida artificialmente. O resultado de sua experiência, um monstro que o próprio Frankenstein considera uma aberração, ganha consciência, vontade, desejo, medo. Criador e criatura se enfrentam: são opostos e, de certa forma, iguais. Humanos! Eis a força descomunal de um grande texto.

Mas quando foi a última vez que você teve a chance de entrar em contato com a narrativa original desse que é um dos romances mais influentes dos últimos dois séculos? Que tal agora, na tradução de Márcia Xavier de Brito? Além disso, esta edição conta com quatro contos sobre a Imortalidade, em que Shelley continua a explorar os perigos e percalços daqueles que se arriscam à tentação de criar vida: “Valério: O Romano Reanimado”; “Roger Dodsworth: O Inglês Reanimado”; “Transformação”; e “O Imortal Mortal”, histórias pesquisadas e traduzidas por Carlos Primati, estudioso do gênero.

FRANKENSTEIN, OU O PROMETEU MODERNO é um dos primeiros lançamentos da coleção Medo Clássico — ao lado do volume de contos do mestre Edgar Allan Poe — no início de 2017. A qualidade do livro é impecável, para cientista maluco nenhum colocar defeito. Capa dura, novas traduções, ilustrações feitas por Pedro Franz, artista visual e autor de quadrinhos reconhecido internacionalmente. O livro é impresso em duas cores: preto e sangue.

Além de Shelley, Edgar Allan Poe, Bram Stoker e H.P. Lovecraft também farão parte do coleção Medo Clássico, sempre com ilustradores convidados e tradutores que respiram e conhecem profundamente as obras originais. O verdadeiro monstro está dentro de nós. Reencontre FRANKENSTEIN de um jeito que só a primeira editora brasileira inteiramente dedicada ao terror e à fantasia poderia lançar.