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ANO DE PUBLICAÇÃO:
ISBN:
978-85-66636-69-7

“HAROLD SCHECHTER SOU EU NO ESPELHO”

ILANA CASOY, ESPECIALISTA EM SERIAL KILLERS NO BRASIL

Gênero
Não-Ficção
Páginas
400
Idioma
Português
Formato
14x21cm
Peso
280g
Acabamento
Capa Dura
Corte
Colorido

ENTRE NA MENTE DOS PSICOPATAS -

O que faz gente aparentemente normal começar a matar e não parar mais? O que move – e o que pode deter – assassinos em série como Ed Gein.

SOBRE O AUTOR +

O que faz gente aparentemente normal começar a matar e não parar mais? O que move – e o que pode deter – assassinos em série como Ed Gein, o psicopata americano que inspirou os mais célebres maníacos do cinema, como Norman Bates (Psicose, de Alfred Hitchcok), Leatherface (O Massacre da Serra Elétrica, de Tobe Hooper) e Hannibal Lecter (O Silêncio dos Inocentes, de Jonathan Demme). Como explicar a compulsão por matar e o prazer de causar dor, sem qualquer arrependimento? De onde vem tanta fúria? As respostas estão no livro da editora DarkSide® Books: SERIAL KILLERS: ANATOMIA DO MAL, dossiê definitivo sobre o universo sombrio dos psicopatas mais perversos da história. Escrito por Harold Schechter – que pesquisa o tema há mais de três décadas e já publicou, inclusive, a biografia de Ed Gein, Deviant (1998) -, o livro é referência fundamental a todos os que se interessam pelo universo da investigação e da criminologia. Pontuado por curiosidades macabras, dados científicos e fatos pouco conhecidos sobre a trajetória dos principais criminosos em série dos Estados Unidos, SERIAL KILLERS: ANATOMIA DO MAL abrange desde a criação do termo serial killer no início do Século XX (conforme exibido na série MINDHUNTER, da Netflix) até o fascínio exercido por matadores seriais na cultura pop (cinema, música e literatura). Com clareza, ritmo e muita informação, Harold Schechter traça perfis psicológicos impressionantes de criminosos que desafiaram a polícia, viraram notícia e continuam a nos assombrar nas telas da TV e do cinema. Além de Ed Gein, a galeria de personagens sinistros inclui o cannibal Jeffrey Dahmer, que chegou a matar e devorar uma pessoa por semana no verão de 1991; a ex-prostituta Aillen Wuornos (inspiração para o filme Monster), que, depois de confessar seis assassinatos, pediu para ser condenada à morte para interromper a matança; o assassino Zodíaco (cuja verdadeira identidade é desconhecida até hoje); Charles Manson, o lunático que comandou o assassinato da atriz Sharon Tate em um ritual macabro; e Green River Killer, principal assassino de prostitutas da história, só capturado pela polícia com a ajuda de outro serial killer. Em SERIAL KILLERS: ANATOMIA DO MAL você vai descobrir como eles matam e por que matam. Por prazer, dor, amor ou desespero. Por conta de famílias disfuncionais e infâncias perturbadoras. Em nome do demônio ou para o jantar… Histórias reais, assassinos reais, de uma maneira que você nunca viu, estudados com profundidade, rigor científico e conhecimento psicológico. Um livro fundamental para quem se apaixonou por MINDHUNTER, CSI, Dexter, Criminal Minds e para quem acompanha o canal Discovery Investigation e quer entender o que se passa na mente dos assassinos mais temidos e cruéis de todos os tempos. Sem dúvida, oriundos de um sociedade que precisa repensar urgentemente como cicatrizar essas feridas abertas.

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Especificações de Produto

Pré-venda26/08/2020
SubtítuloUm clássico do true crime sobre uma das mais importantes famílias da Máfia de Nova York. Edição épica com marcador exclusivo
Edição
Publicação2020
TradutorCarla Madeira
AutorNicholas Pileggi
ISBN9788594541963
Frase de ImpactoA primeira vez que li Os Bons Companheiros, fiquei impressionado. Era tudo que eu esperava, e mais
Autor FraseMARTIN SCORSESE, DIRETOR DE OS BONS COMPANHEIROS
Título DescriçãoUm clássico do true crime sobre uma das mais importantes famílias da Máfia de Nova York
Sobre o AutorNicholas Pileggi nasceu em Nova York em 1933. É jornalista, escritor e roteirista. Trabalhou na Associated Press nos anos 1950, quando se especializou na cobertura de crimes. Construiu sua reputação e rede de contatos ao longo das três décadas seguintes, fazendo matérias para a revista New York e colaborando com dezenas de outras publicações, ao se tornar um especialista sobretudo do mundo do crime organizado e da Máfia. Em 1985, publicou Wiseguy, posteriormente adaptado e transformado por ele e por Martin Scorsese no roteiro de Os Bons Companheiros (1990). Escreveu também Cassino (1995), igualmente adaptado e transformado em roteiro do filme homônimo por ele e Scorsese. Em 2019, foi o produtor executivo de O Irlandês, também dirigido por Martin Scorsese.

Detalhes do Produto

GêneroNão Ficção
Páginas272
IdiomaPortuguês
Formato16 x 23
Peso520
AcabamentoCapa Dura
CorteSem Pintura

Review 1

Review Descrição 1“Um livro fascinante”
Review Autor 1MARIO PUZO, AUTOR DE O PODEROSO CHEFÃO

Review 2

Review Descrição 2“Um autêntico retrato do crime […] Os Bons Companheiros tem o som e o horror da autenticidade.”
Review Autor 2TIME

Review 3

Review Descrição 3“Ágil e implacável [...] o único livro de não ficção que me manteve absolutamente vidrado em suas páginas.”
Review Autor 3THE PHILADELPHIA INQUIRER
O íntimo relato do mundo repleto de riscos do que alguns chamam de Máfia. Assim é Os Bons Companheiros, livro de não ficção escrito por Nicholas Pileggi, publicado originalmente em 1985, e base para o clássico filme dirigido por Martin Scorsese em 1990. Nele, acompanhamos a história de Henry Hill, nascido no Brooklyn, em Nova York, com mãe de origem siciliana e pai de descendência irlandesa, que já aos doze anos passa a integrar uma gangue de mafiosos da vizinhança como garoto de recados. Pileggi reconstrói a vida e trajetória de Hill com o bando controlado pela família Lucchese — considerada a mais poderosa das cinco famílias mafiosas originais da cidade — em detalhes fascinantes e brutais, em uma narrativa permeada de violência, loucuras, golpes e seu conhecido código de honra.

O protagonista esteve envolvido no dia a dia da família mafiosa por quase três décadas, até 1980, quando foi preso sob acusação de tráfico de drogas. Com o risco de encarar uma longa prisão, sem falar na possível execução por seus ex-chefes, Hill entrou para o Programa Federal de Proteção à Testemunha, delatou seus antigos colegas e ajudou a enviar dezenas de pessoas para a prisão. Aproximou-se então do jornalista Nicholas Pileggi, conhecido pelo trabalho de três décadas cobrindo o mundo do crime organizado e da Máfia, para relatar a sua história.

“Um ano após a prisão de Henry Hill, fui procurado por seu advogado, que disse que Hill queria alguém para contar sua história. Àquela altura eu já havia escrito sobre figuras de destaque do crime organizado ao longo da maior parte da minha carreira de jornalista e desenvolvido um enorme tédio com os delírios egoicos de bandidos analfabetos travestidos de generosos ‘Poderosos Chefões’. Além disso, eu nunca tinha ouvido falar em Henry Hill”, afirma Pileggi no Prólogo do livro. Assim começa a história que resultou em Os Bons Companheiros, um olhar interno a respeito de um mundo sobre o qual normalmente ouvimos falar, no máximo, apenas do lado de fora ou por meio dos chefões. “

Na obra, além de conhecer como funciona a organização criminosa a partir de alguém com acesso incomum a chefes do alto escalão, tomamos conhecimento da corrupção avassaladora no sistema judicial, que permeia desde o guarda da esquina até grandes autoridades e possibilita, até hoje, a existência de gangues como a comandada pela família Lucchese. Vamos conhecer figuras como James (Jimmy, o Cavalheiro) Burke e Paul Vario, que foi praticamente um segundo pai para Hill. Foi Vario quem ensinou o ainda adolescente Hill a recolher apostas para jogatina proibida e cobrar o pagamento da agiotagem. Hill também aprendeu a usar cartões de crédito falsos, colocar dinheiro falsificado em circulação e cometer pequenos incêndios criminosos. Logo estaria contrabandeando cigarros, roubando caminhões de cargas, enviando carros roubados para o Haiti, subornando jogadores de basquete niversitário, fraudando corridas de cavalo e traficando drogas — algo que então a Máfia não tolerava. Sem falar no impressionante roubo a um cofre da companhia aérea Lufthansa no aeroporto John F. Kennedy, em Nova York, quando 6 milhões de dólares e joias foram surrupiados em conluio com um funcionário — crime que acabaria por acelerar o fim da trajetória criminosa do bando.

“Quando li o livro pela primeira vez, não consegui largá-lo. Quando dei por mim, já estava fazendo anotações, visualizando movimentos, cortes, trilha sonora. Foi então que percebi: preciso fazer este filme”, afirma Martin Scorsese na Introdução do livro. O diretor assinou o roteiro de adaptação junto com Pileggi, e o filme que contou com Ray Lyotta no papel de Hill, além de Robert De Niro no papel de Jimmy Burke e Joe Pesci interpretando Tommy DeSimone, papel que lhe rendeu o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante.

No livro, Pileggi reconta a história de vida de Hill de maneira sóbria, desapaixonada, descrevendo os detalhes e os momentos menos nobres com a mesma competência com que narra os acontecimentos dos quais os mafiosos se orgulham. Uma obra cativante e autêntica, que insere o protagonista na época e no lugar em que as cinco famílias mafiosas comandavam o crime nos Estados Unidos em meados do século XX. Em um retrato imparcial que não diferencia Hill dos demais colegas de crime, Os Bons Companheiros apresenta um dos melhores e mais fiéis relatos de alguém que passou sua vida dentro da Máfia.

A obra de Pileggi reforça a biblioteca true crime da linha Crime Scene®da DarkSide® Books, junto com outras importantes obras investigativas como Manson, American Crime Story: o Povo contra OJ Simpson, Ted Bundy: um Estranho ao meu Lado, Columbine e BTK Profile: Máscara da Maldade.

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